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A tabela do INSS para 2026, aplicável a empregados, empregados domésticos e trabalhadores avulsos, é progressiva e as faixas de contribuição se iniciam no salário mínimo vigente, de R$ 1.621,00, e vão até o teto do INSS, de R$ 8.475,55, com as alíquotas também sendo progressivas e variando entre 7,5% a 14% em2026.

O cálculo do INSS é feito até o limite máximo de contribuição (teto do INSS), fixado em R$ 8.475,55 em 2026. As alíquotas aumentam conforme o salário do trabalhador.

O recolhimento da contribuição ao INSS é aplicado de forma automática no demonstrativo de folha de pagamento. Para empregados e trabalhadores domésticos, o cálculo segue a tabela progressiva (com alíquotas que variam de 7,5% a 14%). Já para contribuintes individuais (sócios e autônomos) que prestam serviços a empresas, a retenção é feita, via de regra, pela alíquota fixa de 11% sobre a remuneração, respeitando o teto do INSS.

Tabela de contribuição INSS 2026 com dedução

Abaixo está a  tabela INSS 2026 para empregados, empregados domésticos e trabalhadores avulsos com: as faixas de salário de contribuição, as alíquotas correspondentes e as parcelas a deduzir vigentes a partir de janeiro de 2026:

Salário (de)Salário (até)AlíquotaParcela a deduzir
R$0,00R$1.621,007,5%
R$1.621,01R$2.902,849,0%R$24,32
R$2.902,85R$4.354,2712,0%R$111,40
R$4.354,28R$8.475,5514,0%R$198,49
Tabela INSS 2026 com dedução.

Como calcular a contribuição?

A contribuição ao INSS em 2026 é calculada por faixas utilizando o modelo progressivo vigente. Funciona dessa forma: a alíquota correspondente é aplicada somente sobre a parte do salário que se enquadra em cada faixa. Em seguida é feita a subtração da parcela a ser deduzida.

Além disso existe um cálculo simplificado, facilitando a vida dos empreendedores. Veja como fica ambos os cálculos para um salário de R$3.000,00 no ano de 2026, por exemplo:

Cálculo com Parcela a Deduzir (Simplificado)

Diferente das alíquotas únicas aplicadas a contribuintes individuais e facultativos (geralmente 20% sobre o salário de contribuição, limitado ao teto), o cálculo para empregados utiliza um sistema progressivo.

Para facilitar, a tabela do INSS já traz a chamada “parcela a deduzir”, que simplifica o cálculo acima em uma única conta. Veja o exemplo de cálculo:

  1. Identifique a faixa do seu salário: R$3.000,00, que se encaixa na 3ª faixa (de R$2.902,85 a R$4.354,27), cuja alíquota é de 12%;
  2. Aplique a fórmula: a fórmula para o cálculo do INSS é: (Salário Bruto * Alíquota da Faixa) – Parcela a Deduzir = Valor da Contribuição ao INSS
  • Exemplo de cálculo: (R$3.000,00 x 12%) – R$111,40 = R$360,00 – R$111,40 = R$248,60
  • Exemplificando: basta encontrar a faixa salarial correspondente, aplicar a alíquota sobre o salário bruto e subtrair o valor de dedução indicado na tabela. O resultado é o mesmo, de forma muito mais simples e rápida.

Cálculo Faixa por Faixa (Detalhado)

1ª Faixa salarial

  • Salário até R$1.621,00
  • Cálculo: R$1.621,00 x 7,5% = R$121,57
  • Exemplificando: aplicamos 7,5% sobre o teto da primeira faixa (R$1.621,00), pois o salário de R$3.000,00 a ultrapassa completamente.

2ª Faixa salarial

  • Para a parte do salário entre R$1.621,01 e R$2.902,84.
  • Diferença da faixa:  R$2.902,84 – R$1.621,00 = R$1.281,84
  • Cálculo: R$1.281,84 x 9% = R$115,37
  • Exemplificando: agora, aplicamos apenas 9% sobre o valor que está dentro desta segunda faixa. Calculamos a diferença entre o teto da faixa (R$2.902,84) e o da anterior.

3ª Faixa salarial

  • Para a parte do salário acima de R$2.902,84 até o salário de R$3.000,00.
  • Diferença da faixa: R$3.000,00 – R$2.902,84 = R$97,16
  • Cálculo: R$97,16 x 12% = R$11,66
  • Exemplificando: por fim, aplicamos 12% sobre a parte restante do salário que se enquadra nesta terceira faixa.

Total a recolher: R$121,57 (faixa 1) + R$115,37 (faixa 2) + R$11,66 (faixa 3) = R$248,60

Qual o salário mínimo em 2026 e o novo teto do INSS? 

Em 2026, o salário mínimo nacional é de R$ 1.621,00 e o teto do INSS é de R$ 8.475,55.

Vale lembrar que a forma de calcular o INSS é progressiva, ou seja, as alíquotas de contribuição aumentam conforme o chamado “salário de contribuição”. Porém, esse cálculo é feito somente até o limite máximo de contribuição, que é o teto do INSS.

"A tabela do INSS muda todo ano para acompanhar a economia do país. O principal motivo é o reajuste do salário mínimo, que é corrigido pela inflação. Para que o sistema previdenciário continue justo e proporcional, todas as faixas de contribuição e o teto do INSS também precisam ser atualizados. Se a tabela ficasse congelada, os salários seriam reajustados, e os trabalhadores acabariam ‘pulando’ de faixa e pagando alíquotas maiores, mesmo sem ter um aumento real de poder de compra."

Nilcéia Domingues

Nilcéia Domingues

Assessora Técnica Contábil

Quem pode contribuir para o INSS?

Existem dois tipos de contribuintes do INSS: 

  • Obrigatórios: quem exerce qualquer atividade remunerada; 
  • Facultativos: quem não exerce nenhuma atividade remunerada e é maior de 16 anos.

Quem exerce qualquer atividade remunerada no Brasil é considerado segurado obrigatório do INSS

Isso inclui empregados com carteira assinada, empresários, autônomos, profissionais liberais e até trabalhadores rurais. 

Deixar de contribuir, quando exigido por lei, pode configurar sonegação fiscal. Isso especialmente no caso de empresas que não recolhem a contribuição de seus empregados, sendo passível de multa e outras sanções legais.

Já quem não exerce atividade remunerada pode escolher por contribuir como segurado facultativo, desde que tenha mais de 16 anos. Por exemplo: estudantes, donas de casa ou desempregados.

Essa contribuição dá acesso aos principais benefícios previdenciários, como aposentadoria, auxílio por incapacidade (auxílio-doença) e pensão por morte.

Profissional autônomo: utilize a calculadora de RPA (Recibo de Pagamento Autônomo) da Contabilizei e saiba os impostos cobrados na emissão do recibo.

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Como é feita a contribuição para o INSS? Como é calculada?

A contribuição ao INSS é calculada sobre o salário de contribuição, que varia conforme o tipo de segurado:

  • Empregados (ou seja, pessoas que atuam no regime CLT): remuneração mensal;
  • Empresários: pró-labore;
  • Autônomos: renda mensal total, limitada ao teto do INSS (R$ 8.475,55 em 2026);
  • Contribuintes facultativos: escolhem o valor entre o salário mínimo (R$ 1.621,00) e o teto (R$ 8.475,55).

Caso o segurado tenha mais de uma fonte de renda (CLT e pró-labore, por exemplo), todas as remunerações devem ser somadas, respeitando o limite do teto. 

Além disso, o décimo terceiro salário é tratado separadamente na aplicação das alíquotas.

As alíquotas variam conforme o tipo de segurado e a faixa salarial, sendo essencial realizar o cálculo corretamente para evitar erros no recolhimento. 

Se você deseja contribuir para o INSS por meio de um CNPJ, como autônomo ou profissional liberal, saiba quanto custa abrir um CNPJ e comece agora mesmo!

Tabela INSS de contribuição dos segurados

Confira a seguir a Tabela INSS 2026 atualizada, considerando empregados, empregados domésticos, trabalhadores avulsos, contribuintes individuais e facultativos.

Empregado, empregado doméstico, e trabalhador avulso:

Vigência  a partir de 1º de janeiro de 2026:

Salário (de)Salário (até)AlíquotaParcela a deduzir
R$0,00R$1.621,007,5%
R$1.621,01R$2.902,849,0%R$24,32
R$2.902,85R$4.354,2712,0%R$111,40
R$4.354,28R$8.475,5514,0%R$198,49
Tabela INSS 2026 com dedução.

Contribuinte individual e facultativo:

Vigência a partir de 1º de janeiro de 2026:

Salário (de)Salário (até)AlíquotaContribuição
R$0,00R$1.621,005%R$81,05*
R$0,00R$1.621,0011%R$178,31**
R$0,00R$1.621,0012%R$194,52***
R$1.621,00R$8.475,5520%de R$324,20 a R$1.695,11****
(*) Alíquota exclusiva do Facultativo Baixa Renda. Não dá direito a Aposentadoria por Tempo de Contribuição e Certidão de Tempo de Contribuição. 
(**) Alíquota exclusiva do Plano Simplificado de Previdência. Não dá direito a Aposentadoria por Tempo de Contribuição e Certidão de Tempo de Contribuição. 
(***) Alíquota exclusiva para MEI Caminhoneiro.
(****) Renda mensal superior a R$8.475,55 fica limitada ao teto da contribuição de R$1.695,11.

Teto INSS 2026 para quem possui mais de uma fonte de renda

Se o empregado, autônomo ou empregado doméstico tiver mais de um vínculo empregatício, todas as remunerações devem ser somadas para encontrar a chamada “faixa salarial” na tabela INSS.

Ou seja, se você é contratado CLT em uma empresa mas também tem uma empresa e recebe o Pró-labore, deve considerar as duas rendas para recolher a contribuição ao INSS. Isso limitado ao teto do INSS de R$ 8.475,55.

É importante deixar a sua contabilidade ciente de qualquer outro vínculo que gere rendimentos tributados pelo INSS. Assim, o recolhimento da contribuição é feito corretamente, evitando pagamentos maiores do que o necessário.

"O controle do teto do INSS não é automático entre as empresas, sendo uma responsabilidade do próprio trabalhador. Para evitar pagar a mais, o ideal é que ele apresente o holerite ou um comprovante de recolhimento da sua fonte de renda principal à empresa secundária. Com esse documento em mãos, o RH pode calcular e descontar apenas o valor que falta para atingir o teto."

Nilcéia Domingues

Nilcéia Domingues

Assessora Técnica Contábil

Também é importante lembrar que o décimo terceiro salário não deve ser somado à remuneração mensal para o enquadramento na tabela de salário de contribuição nos meses que forem recebidos. 

O INSS incidirá sobre os dois recebimentos, porém as alíquotas serão aplicadas considerando os valores em separado.

Qual é o impacto da Tabela INSS 2026 nas empresas?

A atualização da tabela INSS em 2026, com o salário mínimo reajustado para R$ 1.621,00, traz impactos para as empresas, como:

  • Aumento nos custos com encargos sociais: empresas terão um custo maior com a contribuição ao INSS dos empregados, especialmente para aqueles que recebem o salário mínimo;
  • Ajustes no pró-labore dos sócios: sócios que pagam pró-labore abaixo do salário mínimo precisarão aumentar o valor pago a si mesmos, o que também aumenta o custo de contribuição para o INSS;
  • Necessidade de ajustes na folha de pagamento: as empresas devem atualizar seus respectivos sistemas de folha de pagamento para garantir o cumprimento da legislação e evitar implicações trabalhistas e previdenciárias.

Quando vence a guia do INSS?

O prazo para o recolhimento da guia do INSS depende do tipo do segurado, que pode ser: 

  • Empregado: até o dia 20 do mês subsequente ao da contribuição;
  • Contribuinte Individual e Facultativo: até o dia 15 do mês subsequente ao da contribuição; 
  • Empregado Doméstico: até o dia 20 do mês subsequente ao da contribuição;
  • Microempreendedor Individual (MEI): sempre até o dia 20 de cada mês.

A seguir, veja o vencimento de cada guia do INSS.

Empregado

O INSS dos contribuintes que são contratados como CLT é pago pela própria empresa contratante. 

O prazo para o pagamento é até o dia 20 do mês subsequente ao da contribuição. Por exemplo: o INSS do salário de janeiro deverá ser recolhido até dia 20 de fevereiro.

Caso dia 20 seja fim de semana ou feriado, o pagamento deve ser antecipado

Contribuinte Individual e Facultativo 

No caso de autônomos e pessoas que desejam fazer a contribuição de forma espontânea, o recolhimento deve ser realizado até o dia 15 do mês seguinte àquele a que se refere a contribuição

Por exemplo: o INSS de março deverá ser recolhido até o dia 15 de abril.

Empregado Doméstico

Os empregados domésticos têm regras diferentes de recolhimento do INSS. Por isso, a contribuição deve ser paga até o dia 20 do mês seguinte.

Caso não haja expediente bancário na data do vencimento, o pagamento poderá ser prorrogado para o dia útil imediatamente posterior.

Microempreendedor Individual (MEI)

O recolhimento do INSS do Microempreendedor Individual é feito na própria DAS-MEI, gerada no Portal do MEI.

Nesta guia mensal, já está incluída a contribuição de 5% sobre o salário mínimo vigente, que no ano de 2026 é de R$ 1.621,00. 

O vencimento dessa contribuição sempre será até o dia 20 de cada mês, sendo prorrogada para o próximo dia útil caso não haja expediente bancário no dia.

Caso o pagamento não seja feito no prazo, basta atualizar a DAS-MEI no Portal do Microempreendedor e o valor será atualizado com multa e juros.

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Quais as alíquotas e faixas de contribuição da Tabela INSS 2026? Recapitulando!

Muitas informações até aqui? Vamos resumir os principais pontos sobre a Tabela INSS 2026.

As alíquotas de contribuição do INSS 2026 variam de acordo com as faixas salariais. Em 2026, a tabela é a seguinte:

Faixa Salarial (Base de Cálculo)Alíquota
Até R$1.621,007,5%
De R$R$1.621,01 até R$2.902,849%
De R$2.902,85 até R$4.354,2712%
De R$4.354,28 até R$8.475,5514%

Outros detalhes sobre a contribuição previdenciária:

  • Tipos de contribuinte: existem dois tipos de contribuintes do INSS, os obrigatórios (quem exerce qualquer atividade remunerada) e os facultativos (quem não exerce nenhuma atividade remunerada e/ou é maior de 16 anos); 
  • Vencimento da Guia do INSS: até o dia 20 do mês seguinte ao da contribuição no caso de empregados, até o dia 15 no caso de contribuintes individuais e facultativos, até o dia 20 para empregados domésticos, e até o dia 20 de cada mês para o MEI;
  • Contribuição: é calculada sobre o salário de contribuição, que varia conforme o tipo de segurado. Para os empregados é considerada a remuneração mensal; no caso dos empresários é considerado o pró-labore; para os autônomos é a renda mensal total limitada ao teto do INSS; e os contribuintes facultativos escolhem o valor entre o salário mínimo e o teto do INSS;
  • Teto INSS 2026: é de R$ 8.475,55 em 2026.

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O valor do Imposto Sobre Serviços (ISS) em São Paulo varia de 2% a 5%, dependendo do serviço prestado. 

Também conhecido como Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN), o ISS é tributo de competência municipal, instituído pela Lei Complementar nº 116/2003, que incide sobre a prestação de serviços listados nessa lei, realizados por empresas ou profissionais autônomos em todo o Brasil.

Apesar da alíquota do ISS ser estabelecida pelo município, em todo o Brasil, ela varia de 2% a 5%, dependendo da atividade exercida. A alíquota mínima, de 2%, é aplicada a diversas atividades por força da lei federal. Em São Paulo, serviços ligados a tecnologia, saúde, intermediação, entre outros, são tributados com essa alíquota mínima. 

A aplicação da alíquota mínima não é automática. Ou seja, ela depende do enquadramento legal e do código de serviço atualizado pela prefeitura.

Como funciona o ISS em São Paulo?

O ISS em São Paulo funciona da seguinte forma: o imposto incide sobre a prestação de serviços listados na legislação, tanto por pessoas físicas (autônomos) quanto por empresas, inclusive MEIs, desde que exerçam atividades tributáveis.

O recolhimento do ISS tem particularidades para cada tipo de situação:

  • Para empresas do Simples Nacional: o ISS já está incluído no DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional, guia única de impostos do Simples, que é paga mensalmente). Portanto, não é preciso emitir uma guia separada de ISS, mas é obrigatório emitir a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e) para cada serviço prestado;
  • ISS Retido na Fonte (Substituição Tributária): em algumas situações, como quando os tomadores de serviço são pessoas jurídicas, a empresa contratante pode ser obrigada a reter e recolher o ISS em nome do prestador. Ou seja: neste caso, a responsabilidade de recolher o ISS não seria sua, mas da empresa que contratou o seu serviço;
  • Trabalhadores autônomos: o trabalhador autônomo pode ser tributado pelo ISS de duas formas principais:
  1. Quando está cadastrado junto à Prefeitura (ex: no CCM de São Paulo) e emite Nota Fiscal de Serviço (NFS-e), ele mesmo é responsável pelo recolhimento do ISS;
  2. Quando não é cadastrado como prestador formal, o serviço pode ser formalizado por meio do RPA (Recibo de Pagamento a Autônomo). Nesse caso, o tomador do serviço é quem calcula, retém e recolhe o ISS.

Exemplos de atividades com ISS de 2% em São Paulo: serviços de medicina e odontologia, veterinários, jardinagem profissional autônoma, corretagem e intermediação, entre outros.

O ISS não é devido em situações previstas na legislação nacional, como ONGs, profissionais autônomos de baixa renda, entre outros.

Para emitir a guia de recolhimento de ISS em São Paulo (ou em outro município), é necessário:

  1. Acessar o portal da Prefeitura;
  2. Procurar por “ISS – Guias / Emissão de Guia” no sistema de ISS ou de Finanças / Fazenda municipal;
  3. Verificar se se há campo específico para valores retidos, responsáveis tributários ou outros ajustes conforme o seu caso.

Tabela ISS SP: Qual o valor do ISS em SP?

A Tabela ISS SP é o guia oficial que informa qual código de serviço deve ser utilizado e qual alíquota de ISS deve ser aplicada para cada tipo de serviço na Cidade de São Paulo.

Além disso, a  tabela serve para padronizar o lançamento das informações quando uma nota fiscal de serviços eletrônica (NFS-e) é emitida. 

Assim, tanto o prestador quanto o tomador de serviços e a prefeitura sabem qual alíquota de ISS usar e como deve se dar o recolhimento do imposto.

Para saber o valor de ISS que você deve pagar, verifique o código da sua atividade e a alíquota na tabela de ISS SP da Contabilizei.

Atenção: a partir de 2026, começa o período de transição da Reforma Tributária. Embora os códigos municipais de ISS listados continuem valendo para a emissão de notas na Prefeitura de SP, a tendência é que, gradualmente, esses códigos municipais sejam substituídos pela Nomenclatura Brasileira de Serviços (NBS) para padronizar a tributação em todo o país. 

Com o avanço da Reforma Tributária nos próximos anos, a complexidade de ter códigos diferentes para cada município deixará de existir. A tributação será unificada em todo o Brasil, facilitando a vida de quem presta serviço para várias cidades. Mas, em 2026, a tabela da Prefeitura de SP abaixo continua sendo a sua regra oficial.

Alíquota de 2%

Esta é a menor alíquota de ISS em São Paulo. Ela se aplica a setores como:

  • Saúde e bem-estar: inclui serviços médicos, odontológicos, fisioterapia, psicologia, hospitais, laboratórios e planos de saúde;
  • Educação: ensino regular em todos os níveis (pré-escola, ensino fundamental, médio e superior);
  • Cuidados pessoais e veterinários: serviços de estética, academias, cuidados com animais, clínicas veterinárias, etc;
  • Tecnologia e desenvolvimento: pesquisa e desenvolvimento de qualquer natureza.
  • Cultura e lazer: espetáculos de teatro, circo, parques de diversão e concertos.

Confira a seguir a tabela completa:

Aplica-se a alíquota de 2% para os serviços descritos a seguir da lista de serviços.
2. serviços de pesquisas e desenvolvimento de qualquer natureza:
2.01 – Serviços de pesquisas e desenvolvimento de qualquer natureza;
4. serviços de saúde, assistência médica e congêneres:
4.01 – Medicina e biomedicina;
4.02 – Análises clínicas, patologia, eletricidade médica, radioterapia, quimioterapia, ultrassonografia, ressonância magnética, radiologia, tomografia e congêneres;
4.03 – Hospitais, clínicas, laboratórios, sanatórios, manicômios, casas de saúde, prontos-socorros, ambulatórios e congêneres;
4.04 – Instrumentação cirúrgica;
4.05 – Acupuntura;
4.06 – Enfermagem, inclusive serviços auxiliares;
4.07 – Serviços farmacêuticos;
4.08 – Terapia ocupacional, fisioterapia e fonoaudiologia;
4.09 – Terapias de qualquer espécie destinadas ao tratamento físico, orgânico e mental;
4.10 – Nutrição;
4.11 – Obstetrícia;
4.12 – Odontologia;
4.13 – Ortóptica;
4.14 – Próteses sob encomenda;
4.15 – Psicanálise;
4.16 – Psicologia;
4.17 – Casas de repouso e de recuperação, creches, asilos e congêneres;
4.18 – Inseminação artificial, fertilização in vitro e congêneres;
4.19 – Bancos de sangue, leite, pele, olhos, óvulos, sêmen e congêneres;
4.20 – Coleta de sangue, leite, tecidos, sêmen, órgãos e materiais biológicos de qualquer espécie;
4.21 – Unidade de atendimento, assistência ou tratamento móvel e congêneres;
4.22 – Planos de medicina de grupo ou individual e convênios para prestação de assistência médica, hospitalar, odontológica e congêneres;
4.23 – Outros planos de saúde que se cumpram através de serviços de terceiros contratados, credenciados, cooperados ou apenas pagos pelo operador do plano mediante indicação do beneficiário;
5. serviços de medicina e assistência veterinária e congêneres:
5.01 – Medicina veterinária e zootecnia;
5.02 – Hospitais, clínicas, ambulatórios, prontos-socorros e congêneres, na área veterinária;
5.03 – Laboratórios de análise na área veterinária;
5.04 – Inseminação artificial, fertilização in vitro e congêneres;
5.05 – Bancos de sangue e de órgãos e congêneres;
5.06 – Coleta de sangue, leite, tecidos, sêmen, órgãos e materiais biológicos de qualquer espécie;
5.07 – Unidade de atendimento, assistência ou tratamento móvel e congêneres;
5.08 – Guarda, tratamento, amestramento, embelezamento, alojamento e congêneres;
5.09 – Planos de atendimento e assistência médico-veterinária;
6. serviços de cuidados pessoais, estética, atividades físicas e congêneres:
6.04 – Ginástica, dança, esportes, natação, artes marciais e demais atividades físicas;
7. serviços relativos à engenharia, arquitetura, geologia, urbanismo, construção civil, manutenção, limpeza, meio ambiente, saneamento e congêneres:
7.10 – Limpeza, manutenção e conservação de imóveis (inclusive fossas);
7.10 – Pessoas físicas não estabelecidas, com atividades de desentupidor de esgotos e fossas e faxineiro;
7.11 – Pessoas físicas não estabelecidas, com atividades de jardineiro;
8. serviços de educação, ensino, orientação pedagógica e educacional, instrução, treinamento e avaliação pessoal de qualquer grau ou natureza:
8.01 – Ensino regular pré-escolar, fundamental, médio e superior;
8.02- Serviços relativos à hospedagem, turismo, viagens e congêneres: serviços relacionados à organização, promoção e execução de programas de turismo, passeio, viagens, excursões, hospedagens e congêneres;
10. serviços de intermediação e congêneres:
10.01 – no tocante aos serviços relacionados à corretagem de seguros;
11. serviços de guarda, estacionamento, armazenamento, vigilância e congêneres:
11.02 – Vigilância, segurança ou monitoramento de bens, pessoas e semoventes;
11.02 – Pessoas físicas não estabelecidas, com atividades de guarda noturno e vigilante;
11.03 – Escolta, inclusive de veículos e cargas;
12. serviços de diversões, lazer, entretenimento e congêneres:
12.01 – Espetáculos teatrais;
12.03 – Espetáculos circenses;
12.05 – Parques de diversões, centros de lazer e congêneres;
12.07 – no tocante a ballet, danças, óperas, concertos e recitais;
12.11 – relacionados à venda de ingressos do Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1;
13. serviços relativos à fonografia, fotografia, cinematografia e reprografia:
13.04 – Composição gráfica, inclusive confecção de impressos gráficos, fotocomposição, clicheria, zincografia, litografia e fotolitografia, exceto se destinados a posterior operação de comercialização ou industrialização, ainda que incorporados, de qualquer forma, a outra mercadoria que deva ser objeto de posterior circulação, tais como bulas, rótulos, etiquetas, caixas, cartuchos, embalagens e manuais técnicos e de instrução, quando ficarão sujeitos ao ICMS;
14. serviços relativos a bens de terceiros:
14.01 – Serviços relacionados às atividades desenvolvidas por sapateiros remendões que trabalham individualmente e por conta própria;
14.01 – Pessoas físicas não estabelecidas, com atividades de afiador de utensílios domésticos, afinador de instrumentos musicais e engraxate;
14.09 – Pessoas físicas não estabelecidas, com atividades de alfaiate e costureiro;
15. serviços relacionados ao setor bancário ou financeiro, inclusive aqueles prestados por instituições financeiras autorizadas a funcionar pela União ou por quem de direito:
15.01 – no tocante à administração de fundos quaisquer, de cartão de crédito ou débito e congêneres e de carteira de clientes;
15.09 – Arrendamento mercantil (leasing) de quaisquer bens, inclusive cessão de direitos e obrigações, substituição de garantia, alteração, cancelamento e registro de contrato, e demais serviços relacionados ao arrendamento mercantil (leasing);
15.10 – relacionados a pagamentos, por meio eletrônico, realizados por facilitadores de pagamento;
15.12 – no tocante às atividades desenvolvidas pela Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros – BM&FBOVESPA S.A.;
15.14 – Fornecimento, emissão, reemissão, renovação e manutenção de cartão magnético, cartão de crédito, cartão de débito, cartão salário e congêneres;
15.15 – no tocante às atividades desenvolvidas pela Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros – BM&FBOVESPA S.A.;
15.16 – no tocante às atividades desenvolvidas pela Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros – BM&FBOVESPA S.A.;
16. serviços de transporte de natureza municipal:
16.02 – relacionados ao transporte de escolares e transporte por táxi (inclusive frota);
17. serviços de apoio técnico, administrativo, jurídico, contábil, comercial e congêneres:
17.02 – Pessoas físicas não estabelecidas, com atividades de datilógrafo;
17.05 – Fornecimento de mão-de-obra, mesmo em caráter temporário, inclusive de empregados ou trabalhadores, avulsos ou temporários, contratados pelo prestador de serviço;
21. serviços de registros públicos, cartorários e notariais:
21.01 – Serviços de registros públicos, cartorários e notariais;
37. serviços de artistas, atletas, modelos e manequins:
37.01 – Pessoas físicas não estabelecidas com atividades de músico e artista circense;
17. serviços de apoio técnico, administrativo, jurídico, contábil, comercial e congêneres:
17.11 – relacionados a fornecimento e administração de vales-refeição, vales-alimentação, vales-transporte e similares, via emissão impressa ou carregados em cartões eletrônicos ou magnéticos, ou outros oriundos de tecnologia adequada, bem como a administração de benefícios relativos a planos de assistência à saúde.

Alíquota de 2,5%

Esta é a segunda faixa de alíquota de ISS em São Paulo. Ela se aplica a setores como:

  • Centros de convenções e exposições: serviços relacionados à promoção de feiras e congressos;
  • Administração: serviços de administração de qualquer natureza.

Confira a seguir a tabela completa:

Aplica-se a alíquota de 2,5% para os serviços descritos a seguir, da lista de serviços:
3.02 – relacionados à exploração de stands e centros de convenções para a promoção de feiras, exposições, congressos e congêneres;
17.09 – planejamento, organização e administração de feiras, exposições, congressos e congêneres;
17.10 – serviços de administração de fundos quaisquer.

Alíquota de 2,9%

Esta é a terceira faixa de alíquota de ISS em São Paulo. Ela se aplica a setores como:

  • Serviços de informática: análise e desenvolvimento de sistemas, programação, processamento de dados, entre outros;
  • Propaganda e publicidade: inserção de material publicitário em qualquer meio.
Aplica-se a alíquota de 2,9% para o serviço descrito no item 1 e no subitem 17.24 da lista de serviços, a seguir descritos:
1 – Serviços de informática e congêneres:
1.01 – Análise e desenvolvimento de sistemas.
1.02 – Programação.
1.03 – Processamento, armazenamento ou hospedagem de dados, textos, imagens, vídeos, páginas eletrônicas, aplicativos e sistemas de informação, entre outros formatos, e congêneres.
1.04 – Elaboração de programas de computadores, inclusive de jogos eletrônicos, independentemente da arquitetura construtiva da máquina em que o programa será executado, incluindo tablets, smartphones e congêneres.
1.05 – Licenciamento ou cessão de direito de uso de programas de computação.
1.06 – Assessoria e consultoria em informática.
1.07 – Suporte técnico em informática, inclusive instalação, configuração e manutenção de programas de computação e bancos de dados.
1.08 – Planejamento, confecção, manutenção e atualização de páginas eletrônicas.
1.09 – Disponibilização, sem cessão definitiva, de conteúdos de áudio, vídeo, imagem e texto por meio da internet, respeitada a imunidade de livros, jornais e periódicos (exceto a distribuição de conteúdos pelas prestadoras de Serviço de Acesso Condicionado, de que trata a Lei nº 12.485/2011 , sujeita ao ICMS).
17.24 – Inserção de textos, desenhos e outros materiais de propaganda e publicidade, em qualquer meio (exceto em livros, jornais, periódicos e nas modalidades de serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita).

Alíquota de 5%

Esta é a quarta e maior faixa de alíquota de ISS em São Paulo. Ela se aplica aos demais serviços descritos na lista de serviços.

Entenda como a reforma tributária pode mudar o seu negócio.

Quem é obrigado a pagar ISS?

As empresas e profissionais obrigados a pagar ISS são:

  • Empresas (Pessoa Jurídica) que prestam serviços;
  • Profissionais autônomos que trabalham por conta própria;
  • MEIs (Microempreendedor Individual), que pagam o ISS já incluído no valor fixo mensal do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).

É importante ressaltar que a Lei Complementar 116/2003, que regulamenta o ISS, traz uma extensa lista de atividades em que o imposto incide. Por exemplo: serviços de programação, comunicação, advocacia, terapias, veterinária e até franquias.

No caso dos trabalhadores autônomos, os serviços prestados podem ser tributados pelo ISS de duas formas principais:

  • Quando o autônomo está cadastrado junto à Prefeitura e emite NFS-e, ele mesmo é responsável pelo recolhimento do ISS.
  • Quando o autônomo não é cadastrado como prestador formal, o serviço pode ser formalizado por meio do RPA. Em situações como essa, o tomador do serviço é quem calcula, retém e recolhe o ISS.

É importante verificar as regras específicas do município onde o serviço é prestado, já que a legislação pode prever isenções, retenções na fonte ou alíquotas específicas.

Importante: de forma geral, o ISS é devido no local da prestação do serviço.

Veja a tabela completa de ISS disponibilizada pela Prefeitura de São Paulo. 

Quem não deve pagar ISS?

Segundo a Lei Complementar nº 116/2003, que regulamenta o ISS, existem algumas situações em que o imposto não é devido. Veja os principais casos:

  • Exportação de serviços para o exterior: quando você presta um serviço para um cliente fora do Brasil, e o resultado do serviço também ocorre fora do país, não há cobrança de ISS. Mas atenção: se o serviço for feito no Brasil e o resultado acontecer aqui, o ISS pode ser cobrado, mesmo que o cliente esteja no exterior;
  • Relação de emprego e cargos internos em empresas: o ISS não incide sobre salários ou remunerações recebidas por empregados com carteira assinada (CLT) ou trabalhadores avulsos;
  • Operações financeiras específicas: não há cobrança de ISS sobre valores movimentados na compra e venda de ações ou títulos, depósitos bancários, valores como juros ou multas cobradas em financiamentos e empréstimos feitos por instituições financeira 
  • Empresas de Comércio puro (sem prestação de serviço);
  • Indústria (em geral, sujeita ao ICMS e não ao ISS);
  • Entidades sem fins lucrativos (em alguns municípios);
  • ONGs, associações religiosas ou beneficentes podem ter isenção total ou parcial, se atenderem critérios específicos da lei local.
  • Profissionais autônomos de baixa renda (em algumas cidades): há cidades que isentam autônomos com renda abaixo de determinado limite, como forma de incentivo ou política social.
  • Serviços prestados fora do município: serviços cuja execução ou local de incidência esteja fora do município, conforme prevê a LC 116/2003 e leis locais.

Como calcular o valor do ISS?

O valor do ISS é calculado aplicando-se a alíquota correspondente ao código de serviço sobre o preço total cobrado. Em São Paulo, essa alíquota está vinculada aos códigos estabelecidos na Instrução Normativa SF/SUREM nº 08/2011, com atualizações posteriores disponíveis no site da Secretaria da Fazenda Municipal.

Sendo assim, o cálculo do ISS é feito a partir da seguinte fórmula:

Valor do Serviço x Alíquota (%) = Valor do ISS a pagar

A Lei Complementar Nº 116/2003 destaca que o ISS possui como fato gerador a prestação de serviços constantes da lista anexa, ainda que esses não se constituam como atividade preponderante do prestador.

O que acontece se não pagar o ISS?

Não pagar ISS em São Paulo pode acarretar uma série de penalidades e consequências fiscais e financeiras significativas. As principais consequências incluem:

1. Acréscimos Moratórios e Multas 

O débito original será acrescido de encargos moratórios, que geralmente incluem:

  • Multa Moratória: um percentual sobre o valor do imposto devido, calculado pelo atraso no pagamento. Em São Paulo, é cobrada à razão de 0,33% ao dia de atraso, limitada ao teto de 20% sobre o valor do imposto. 
  • Juros de Mora: Calculados a partir do mês seguinte ao do vencimento do tributo, geralmente à razão de 1% (um por cento) ao mês, conforme a legislação municipal.
  • Atualização Monetária: O valor do imposto também sofre correção monetária anual.

2. Inscrição na Dívida Ativa

Se o ISS não for pago após a cobrança administrativa, o débito é inscrito na Dívida Ativa do Município. Isso aumenta o valor da dívida (custos judiciais e honorários) e autoriza a Procuradoria Geral do Município a iniciar a cobrança judicial.

3. Execução Fiscal

A Prefeitura pode ajuizar uma Ação de Execução Fiscal, o que pode levar ao bloqueio de contas bancárias (Bacenjud) e penhora de bens (veículos, imóveis). Além disso, a dívida pode ser protestada em cartório, negativando o CNPJ/CPF no Serasa e SPC.

4. Restrições Administrativas

O devedor pode ser inscrito no Cadastro Informativo Municipal (CADIN). Na prática, isso impede a empresa de obter Certidão Negativa de Débitos (CND), participar de licitações,  receber créditos da Nota Fiscal Paulistana e fechar contratos com a Prefeitura.

5. Autuação Fiscal (Multa Punitiva)

Se a falta de pagamento for descoberta por uma fiscalização (e não declarada espontaneamente), a prefeitura emite um Auto de Infração e Imposição de Multa (AIIM). Nesse caso, a multa deixa de ser moratória (20%) e vira punitiva, podendo chegar a 50% ou 100% do valor do imposto, dependendo da infração (sonegação, falta de emissão de nota, etc.).

É fundamental que qualquer débito de ISS seja regularizado o mais rápido possível, pois os acréscimos aumentam o valor da dívida rapidamente. A Prefeitura de São Paulo frequentemente oferece programas de parcelamento (como o PPI – Programa de Parcelamento Incentivado) ou transação tributária, que podem conceder descontos em multas e juros para a regularização.

Recomendação: Se você possui débitos de ISS em São Paulo, o ideal é procurar a Secretaria Municipal da Fazenda (SMF) ou a Procuradoria Geral do Município (PGM) para verificar o valor atualizado e as opções de pagamento ou parcelamento, ou procurar um contador ou advogado tributarista para orientação especializada.

Conheça a Contabilizei

A Contabilizei é o maior escritório de contabilidade do Brasil, responsável pela gestão do CNPJ de mais de 100 mil clientes. Nosso time de especialistas pode auxiliar você a manter sua empresa em dia pagando o mínimo de impostos possível. 

Se você está abrindo uma empresa e precisa de uma contabilidade que entenda as suas necessidades e te ajude em todos os processos contábeis e fiscais, a Contabilizei tem o plano ideal para o seu negócio.

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O controle financeiro empresarial é o processo de analisar e monitorar todo o fluxo de receitas e despesas de uma empresa. O objetivo desse controle é garantir a saúde financeira do negócio e tomar decisões estratégicas

Para fazer esse controle, é preciso registrar, acompanhar e analisar todas as movimentações financeiras da empresa. Isso permite: 

  • Identificar oportunidades de crescimento; 
  • Eliminar desperdícios de recursos financeiros; 
  • Identificar riscos e evitar problemas como inadimplência ou falta de caixa;
  • Criar projeções financeiras assertivas melhorar o planejamento; 
  • Tomar decisões alinhadas com os objetivos da empresa.

Procurando uma forma simples e gratuita de organizar as finanças da sua empresa? Baixe agora sua planilha de controle financeiro empresarial gratuita da Contabilizei e organize suas contas em poucos minutos. 

Com ela, é possível monitorar suas receitas e despesas, garantindo a saúde financeira do seu negócio e tomando decisões mais estratégicas.

Abaixo, explicamos como aproveitar cada recurso desta ferramenta.

O que você encontra em uma planilha de controle financeiro empresarial

Uma ferramenta prática para o controle anual das finanças de uma empresa. Na  planilha de controle financeiro empresarial podem ser registradas as transações diárias de sua empresa, tanto de entrada quanto de saída de dinheiro

Tudo o que você precisa fazer é baixar a planilha excel de controle financeiro, ir até o mês atual e fazer os lançamentos. 

A planilha Excel de controle financeiro empresarial grátis oferece uma visão completa, mês a mês, das finanças do seu negócio. Isso inclui receitas, despesas e saldo final.

Qual o objetivo de uma planilha de controle financeiro?

Os principais objetivos de uma planilha de controle financeiro são:

  • Registro detalhado de receitas e despesas;
  • Classificação das movimentações financeiras por data, valor e categoria;
  • Identificação de categorias com maiores despesas em um mês;
  • Monitoramento das principais fontes de receita;
  • Cálculo automático do saldo atual.

Como usar sua planilha de controle financeiro empresarial?

O passo a passo para usar a planilha de controle financeiro é:

  1. Insira seu e-mail no formulário acima (“Faça o download aqui”) e clique em “Enviar”;
  2. Acesse o link em “Modelo de planilha”;
  3. Faça uma cópia e salve em seus arquivos. Caso não apareça a opção para fazer a cópia, abra a planilha e vá em “Arquivo” e depois “Fazer uma cópia”;
  4. Leia as instruções de uso na aba “Como usar”;
  5. Acesse a aba referente ao mês atual para começar a usar;
  6. Em cada aba, inclua informações de lançamentos;
  7. Confira seu saldo na data do último lançamento;
  8. Vá até a aba “Visão geral” para acompanhar o total de receitas e despesas mês a mês.

Vale lembrar que a planilha de controle financeiro empresarial é online. Por isso, é necessário ter um e-mail do Google (o Gmail) para acessá-la e estar conectado à internet. 

Caso deseje fazer o download, algumas fórmulas podem não funcionar. Por isso, recomendamos fazer a cópia do documento e atualizá-la de forma online.

Dicas para o controle financeiro empresarial

1. Separe as finanças pessoais das finanças empresariais: misturar os dois universos gera confusão, descontrole e atrapalha a identificação de qual movimentação é pessoal e qual é empresarial. Tenha contas separadas e registre tudo.

2. Registre tudo diariamente: os atrasos nos lançamentos podem prejudicar o diagnóstico da saúde financeira da empresa e gerar erros no momento do registro. Use ferramentas para facilitar o processo, como planilhas excel prontas.

"O maior erro que vejo no dia a dia dos empreendedores é adiar o registro das saídas de caixa consideradas ‘pequenas’. Aquele café ou o gasto com transporte, quando somados no fim do mês, podem revelar um saldo negativo inesperado. A disciplina de anotar tudo, todos os dias, é o que transforma uma planilha em uma ferramenta poderosa de decisão."

Nilcéia Domingues

Nilcéia Domingues

Assessora Técnica Contábil

Comece baixando a planilha de controle financeiro da Contabilizei e faça o registro das transações do seu negócio!

Quer saber mais sobre o assunto? A Contabilizei fala mais a respeito no artigo com dicas de gestão financeira para PJ

Neste vídeo preparado pelos nossos especialistas, você também pode conferir dicas exclusivas de como fazer a gestão financeira de uma pequena empresa.

Se você tem uma empresa e gostaria do auxílio de um profissional especializado em gestão financeira, que possa organizar e cuidar das principais rotinas do seu negócio, a Contabilizei tem uma solução chamada Contabilizei Experts. Você terá um assessor financeiro especializado para você terceirizar as principais rotinas. Deixe o financeiro conosco e tenha mais tempo para o seu negócio!

Motivos para fazer um controle financeiro

As principais vantagens e razões para fazer um controle financeiro são: 

  • Antecipar problemas de fluxo de caixa;
  • Redirecionar os gastos de forma estratégica;
  • Identificar excessos e oportunidades de melhoria;
  • Acompanhar o crescimento financeiro com clareza.

A longo prazo, essas ações se refletem em uma boa saúde financeira, para que seu negócio possa prosperar.

"Manter o controle financeiro pode parecer desafiador no dia a dia, mas com as ferramentas certas e um pouco de disciplina, isso se transforma em clareza, segurança e decisões mais inteligentes para o seu negócio."

Nilcéia Domingues

Nilcéia Domingues

Assessora Técnica Contábil

As consequências de não ter um controle financeiro

As principais consequências de não ter um controle financeiro são:

  • Falta de conhecimento sobre as finanças e os recursos da empresa;
  • Possíveis atrasos em pagamentos essenciais por falta de controle financeiro;
  • Taxas adicionais e juros altos em casos de atrasos;
  • Possibilidade de inadimplência e endividamento;
  • Enfraquecimento da relação com instituições financeiras e fornecedores.

Além disso, no âmbito pessoal, a falta de gestão financeira ainda gera estresse e comprometimento do seu patrimônio. 

Aproveite também para ler nosso artigo sobre como organizar as finanças pessoais.

Qual o melhor programa de controle financeiro empresarial gratuito?

Uma das melhores maneiras de manter o controle financeiro empresarial de forma gratuita são os modelos de planilhas online. 

Um dos principais modelos são as planilhas do Google, pois não exigem que você tenha o programa Excel instalado em seu computador. 

Se você não está buscando um programa e prefere contar com uma pessoa especializada ajudando a organizar o financeiro do seu negócio, você pode contar com o Contabilizei Experts. Ou seja, um Assessor Especialista para te ajudar nas principais rotinas administrativas e financeiras! Fale com um dos nossos especialistas e saiba mais.

O que se pode controlar com uma planilha de controle financeiro? 

As transações do seu negócio na data em que acontecem (desde que sejam registradas de forma correta, diariamente). Além disso, é possível observar o histórico da empresa e também acompanhar se ela está cumprindo com seu planejamento.

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Controle o Fluxo de Caixa Diário, Semanal ou Mensal da sua empresa com nossa Planilha Gratuita https://contabilidade.rapidsoft.app/contabilidade-online/planilha-de-fluxo-de-caixa-excel/ https://contabilidade.rapidsoft.app/contabilidade-online/planilha-de-fluxo-de-caixa-excel/#comments Thu, 16 Jul 2020 19:12:38 +0000 https://site-static-prd1.ctbz.com.br/contabilidade-online/?p=4822 Por mais que a importância do controle financeiro pareça óbvia, muitas empresas ainda enfrentam problemas por falta de um acompanhamento...

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Por mais que a importância do controle financeiro pareça óbvia, muitas empresas ainda enfrentam problemas por falta de um acompanhamento adequado. Foi pensando nisso, que criamos uma ferramenta de fluxo de caixa em Excel prática, pronta para você utilizar no seu dia a dia.

Saiba mais sobre fluxo de caixa

Ter um fluxo de caixa bem estruturado, com uso frequente, oferece algumas vantagens para o empreendedor, entre elas:

  • Antecipar possível saldo futuro (negativo ou positivo), permitindo mudar a rota dos gastos para se ajustar;
  • Entender se as receitas da empresa são suficientes para cobrir seus custos;
  • Avaliar viabilidade do negócio, sendo que a visão de fluxo de caixa é um primeiro passo para identificar possíveis problemas, como diminuição das vendas, má precificação, altos custos que poderiam ser evitados, entre outros;
  • Facilitar decisões como forma de suprir as necessidades da empresa (criação de promoções sazonais, por exemplo).

O que é o fluxo de caixa?

Trata-se de uma forma de controlar as transações de entrada e saída de dinheiro na sua empresa. Muitas vezes essas transações acontecem por diferentes meios: transferência bancária em diferentes contas, pagamento de boletos, cartão de crédito, cheque e cash, por exemplo. É por isso que muitas vezes torna-se difícil monitorar as receitas e despesas. O fluxo de caixa vem como uma forma de acompanhamento reunido em um só lugar. Com o fluxo de caixa diário em excel da Contabilizei, você terá não só uma visão das transações (lançamentos), mas também poderá acompanhar seu saldo atual. No longo prazo, um fluxo de caixa contribui para a saúde financeira do negócio.

O modelo de planilha grátis também serve como uma ferramenta consultiva, que lhe permite acompanhar não só as transações do dia a dia, mas as receitas e despesas ao longo dos meses, do semestre e do ano.

Algumas companhias fazem distinção entre fontes principais de transação, criando diferentes fluxos de caixa, um para cada fonte: o fluxo de caixa de atividades operacionais, que dizem respeito apenas à entrada e saída de dinheiro decorrente das operações em geral e o fluxo de caixa de investimentos.


A planilha excel de fluxo de caixa livre da Contabilizei unifica as fontes de transação em um único documento, tudo que você precisa fazer é registrar os lançamentos e a planilha já fornece automaticamente o saldo, descontando pagamentos. Dessa forma, obtemos uma visão unificada e prática, ideal para as pequenas empresas.

O que você irá encontrar nessa planilha?

A planilha de fluxo de caixa diário excel pronta é grátis e pode ser acessada agora mesmo! Confira os principais recursos:

  • Visão diária de lançamentos, com detalhamento por categoria;
  • Acompanhamento de seu saldo atual;
  • Acompanhamento de receitas e despesas por mês, semestre e ano;
  • Simplicidade e praticidade para usar diariamente.

Como fazer fluxo de caixa no excel? 

Para fazer o fluxo de caixa no excel siga estes passos: 

  1. Baixe a planilha de fluxo de caixa;
  2. Acesse a aba de lançamentos;
  3. Inclua o saldo atual de sua empesa;
  4. Comece a cadastrar as entradas e saídas de dinheiro;
  5. Inclua sempre as categorias dos lançamentos – Como por exemplo, vendas, impostos, pagamento de funcionários e fornecedores, rendimentos, entre outros;
  6. Confira o saldo atual, ou melhor, de quanto dinheiro sua empresa dispõe neste momento;
  7. Acesse a aba de acompanhamento – Evolução do faturamento e dos custos como um todo;
  8. Acompanhe o histórico por período: mensal, semestral e anual.

Uma dica importante: a única forma de desfrutar dos benefícios da planilha, tendo uma visão apurada, com o saldo real da empresa é usá-la de forma consistente, incluindo todos os lançamentos nela, com as datas corretas. Acesse nosso artigo para saber mais sobre como fazer fluxo de caixa.

Vale também observar, que existem algumas variações de planilhas de fluxo de caixa, como por exemplo, o fluxo de caixa descontado em Excel, também conhecido como fluxo de caixa descontado valuation, que além de fornecer dados sobre as transações e o saldo, também projeta o fluxo de caixa do seu negócio no futuro. 

Esse tipo de ferramenta é mais indicado para empresas maiores, consolidadas e com um fluxo de caixa mais estável. Pequenas empresas, ou empresas que estão iniciando seu trabalho de fluxo de caixa, não se beneficiam tanto de uma projeção futura, já que enfrentam uma realidade mais instável.

Como fazer fluxo de caixa mensal? 

Para ter uma visualização de um período mais extenso, como um mês, é imprescindível que antes a planilha tenha a visão diária, onde todos os lançamentos estão descritos e podem ser acessados. Só partir daí, a visão mensal pode ser criada com um cálculo das receitas e despesas, filtradas por período.

No caso da fluxo de caixa Excel da Contabilizei, foi utilizada a ferramenta “Tabela dinâmica”, já que ela cria uma visualização geral a partir dos dados diários, filtrada por período mensal.

Como vantagem, o fluxo de caixa mensal fornece uma visão macro, para além das rotinas diárias. Isso torna possível avaliar a saúde financeira da empresa.

Como fazer um fluxo de caixa semanal?

Seguindo o mesmo exemplo do fluxo de caixa mensal, o ideal é ter primeiro uma visão diária, em uma aba de lançamentos, e então criar relatórios de gráficos ou tabelas, com filtro por período.

No caso do modelo de planilha da Contabilizei, a visão é diária ou mensal, mas ainda é possível acompanhar os lançamentos da semana, bem como o saldo final, através da criação de um filtro na coluna referente à data do lançamento, selecionando o período, como o exemplo abaixo:

Como fazer um controle de fluxo de caixa diário?

O controle diário do fluxo de caixa é o ponto de partida para o controle a médio e longo prazo. 

Para fazer um controle diário efetivo, devem ser incluídas colunas com informações relevantes, entre elas:

  • Tipo de lançamento – É uma receita ou uma despesa?;
  • Categorias de transações – Quais as fontes do lançamento: investimentos, vendas, folha de pagamento, etc.;
  • Valor pago ou recebido; 
  • Data da transação;
  • Saldo na data – Valor atual, dados os lançamentos anteriores.

O mais importante aqui é inserir os dados de maneira frequente e ordenada por data, sem deixar nenhuma transação para trás.

CONHEÇA OS PLANOS DA CONTABILIZEI

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