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Gerenciar as finanças de uma pequena ou média empresa é um desafio constante. Por outro lado, quando bem organizada, a gestão financeira se torna a base para decisões estratégicas e crescimento sustentável. 

Neste artigo, você vai entender como dois recursos essenciais – o sistema de gestão (ERP) e o contador – trabalham de forma complementar para transformar a saúde financeira do seu negócio.

O desafio da organização financeira em PMEs

A maioria dos pequenos empresários começa controlando tudo em planilhas, cadernos ou até mesmo “de cabeça”. Inicialmente, esse método pode parecer suficiente. Contudo, à medida que o negócio cresce, esse controle manual se torna um problema sério.

Os desafios mais comuns incluem falta de visibilidade sobre o real resultado do negócio, dificuldade em organizar informações para o contador, decisões baseadas em “achismos” e problemas fiscais que podem gerar multas.

Portanto, organizar as finanças não é apenas uma questão administrativa, é estratégico para a sobrevivência e crescimento da empresa.

O papel do ERP na rotina diária

O ERP (Enterprise Resource Planning), ou sistema de gestão empresarial, funciona como o centro de comando das operações diárias da sua empresa. Diferentemente do que muitos pensam, ele não substitui o contador, mas sim organiza internamente todas as informações do negócio.

Na prática, o ERP permite:

  • Registrar todas as vendas automaticamente, facilitando o acompanhamento do faturamento;
  • Controlar o estoque em tempo real, sabendo exatamente o que entra e sai;
  • Gerar relatórios gerenciais instantâneos de fluxo de caixa, despesas e margem de lucro;
  • Organizar contas a pagar e a receber, evitando atrasos e mantendo o capital de giro sob controle;
  • Emitir e armazenar notas fiscais de forma padronizada e digital.

Em outras palavras, o ERP é sua ferramenta de gestão operacional, que mantém a “casa arrumada” e fornece os dados necessários para entender como anda o negócio no dia a dia.

O papel do contador na gestão estratégica

Enquanto o ERP cuida da operação interna, o contador é o profissional especializado que garante a conformidade legal e oferece orientação estratégica. Aliás, esse é um dos maiores equívocos: achar que o contador serve apenas para “pagar impostos”.

As responsabilidades do contador vão muito além:

  • Garantir conformidade fiscal e tributária, conhecendo todas as obrigações e prazos legais;
  • Apurar e calcular impostos corretamente, dominando as particularidades de cada regime tributário;
  • Fazer planejamento tributário, sugerindo o melhor enquadramento fiscal e gerando economia;
  • Entregar obrigações acessórias como SPED, DCTF, EFD-Contribuições e outras declarações;
  • Oferecer consultoria estratégica sobre investimentos, expansão e decisões importantes.

Portanto, o contador não é apenas um “prestador de serviços”, é um parceiro estratégico fundamental para o sucesso do seu negócio.

Como ERP e contador se complementam

Agora chegamos ao ponto crucial: como essas duas peças trabalham juntas de forma eficiente.

Durante o mês, você utiliza o ERP para organizar toda a operação: registra vendas, lança despesas, controla estoque e acompanha o fluxo de caixa diariamente.

Ao final do mês, você exporta relatórios estruturados do sistema, como DRE (Demonstração do Resultado do Exercício), fluxo de caixa, relatório de vendas, notas fiscais emitidas e recebidas, e despesas categorizadas.

Você envia esses documentos ao contador por e-mail, plataforma de compartilhamento ou sistema do escritório contábil, disponibilizando dados completos e bem organizados.

O contador recebe informações prontas para trabalhar. Em vez de lidar com planilhas confusas ou solicitar documentos avulsos, ele tem um pacote organizado que permite análise rápida e precisa.

Com base nesses dados, o contador apura impostos, elabora demonstrativos contábeis, cumpre obrigações acessórias e prepara análises estratégicas.

Você recebe o retorno com guias de impostos, relatórios contábeis oficiais e recomendações sobre a saúde financeira da empresa.

Dessa forma, cada um faz sua parte com excelência: você gerencia o operacional com o ERP e o contador cuida do fiscal e estratégico.

Exemplo prático do dia a dia

Maria tem uma loja de roupas e utiliza um ERP para gestão. Todos os dias, ela registra as vendas no sistema, que automaticamente baixa do estoque e atualiza o fluxo de caixa. Quando compra mercadorias ou paga despesas, lança tudo categorizando corretamente.

No último dia do mês, Maria exporta os relatórios em minutos: DRE, fluxo de caixa completo, notas fiscais emitidas e recebidas, e despesas por categoria. Depois disso, ela envia tudo para seu contador via e-mail.

Em poucos dias, o contador retorna com guias de impostos, DRE contábil oficial, análise da margem de lucro com sugestões de melhorias e alertas sobre irregularidades que precisam ser corrigidas.

Maria paga os impostos e implementa as orientações. No mês seguinte, o ciclo recomeça.

Percebe como o processo é simples? Sem ERP, Maria perderia horas organizando papéis. Sem contador, poderia pagar impostos errados ou perder oportunidades de economia tributária.

Erros comuns que empreendedores cometem

Alguns dos erros mais comuns que os empreendedores cometem são:

  1. Não usar nenhum sistema de controle: gerenciar tudo em cadernos ou planilhas soltas é ineficiente, arriscado e impossibilita análises precisas;
  2. Achar que o ERP substitui o contador: o sistema organiza dados, mas não calcula impostos conforme legislação específica nem oferece planejamento tributário;
  3. Enviar informações desorganizadas ao contador: mandar notas avulsas pelo WhatsApp ou entregar documentos incompletos prejudica o trabalho contábil e pode gerar apurações erradas;
  4. Não consultar o contador antes de decisões importantes: contratar funcionários, mudar de regime tributário ou fazer grandes investimentos têm impacto fiscal que precisa ser avaliado previamente;
  5. Confundir gestão operacional com tributária: são áreas distintas que exigem conhecimentos diferentes. Consequentemente, tentar fazer tudo sozinho geralmente resulta em problemas.

Rotina ideal de organização financeira

Para manter tudo funcionando perfeitamente, sugerimos esta rotina prática:

  1. Diariamente: registrar vendas e despesas no ERP, verificar fluxo de caixa, emitir notas fiscais;
  2. Semanalmente: revisar contas a pagar e receber, conferir estoque, analisar produtos mais vendidos, verificar inadimplências;
  3. Mensalmente: exportar relatórios do ERP, enviar documentação ao contador, analisar o retorno contábil, pagar impostos, avaliar o resultado do mês;
  4. Trimestralmente: fazer uma análise comparativa dos últimos meses, identificar tendências, reunir com o contador para avaliação estratégica;
  5. Anualmente: fazer um planejamento tributário, definir metas financeiras e orçamento, avaliar mudança de regime tributário, fazer balanço geral.

Seguindo essa rotina, você mantém controle total sobre as finanças e trabalha proativamente.

Checklist prático para organizar suas finanças

Quanto mais itens você marcar, mais organizada está sua gestão financeira.

Estrutura básica:

  • [ ] Tenho um sistema de gestão (ERP) implementado
  • [ ] Utilizo o sistema diariamente
  • [ ] Tenho um contador ativo e parceiro
  • [ ] Sei qual é meu regime tributário

Rotina operacional:

  • [ ] Registro todas as vendas e despesas
  • [ ] Emito notas fiscais conforme obrigatoriedade
  • [ ] Controlo meu estoque digitalmente
  • [ ] Acompanho o fluxo de caixa diariamente

Comunicação com contador:

  • [ ] Envio relatórios mensais organizados
  • [ ] Consulto antes de decisões importantes
  • [ ] Pago impostos dentro dos prazos

Análise e estratégia:

  • [ ] Reviso os números mensalmente
  • [ ] Sei qual é minha margem de lucro real
  • [ ] Faço planejamento tributário anual
  • [ ] Tomo decisões baseadas em dados

Conclusão: a combinação perfeita para o sucesso

A organização financeira de uma PME é resultado de processos bem estruturados e da combinação inteligente de ferramentas e conhecimento especializado.

De um lado, o ERP (como o MarketUP) funciona como seu braço direito operacional, mantendo todas as informações da empresa organizadas e prontas para análise. Ele garante controle sobre o dia a dia e dados confiáveis para tomar decisões.

Por outro lado, o contador (como o time de especialistas da Contabilizei) atua como seu parceiro estratégico, garantindo conformidade legal, otimizando a carga tributária e orientando sobre os melhores caminhos para o crescimento.

Quando essas duas forças trabalham em harmonia – organizando internamente com o ERP e enviando dados estruturados para o contador trabalhar – sua empresa alcança um nível de profissionalismo que se reflete diretamente nos resultados.

Portanto, não se trata de escolher entre um ou outro. Trata-se de entender que ambos são essenciais e complementares. O sucesso financeiro da sua PME depende dessa parceria: controle interno bem estruturado + orientação especializada = crescimento consistente e seguro.

E você, já está aproveitando o melhor desses dois mundos no seu negócio?

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Pix por Biometria: o que é e como funciona? https://contabilidade.rapidsoft.app/contabilidade-online/pix-por-biometria/ https://contabilidade.rapidsoft.app/contabilidade-online/pix-por-biometria/#respond Thu, 04 Sep 2025 21:58:18 +0000 https://contabilidade.rapidsoft.app/contabilidade-online/?p=39705 O Pix por Biometria é um meio de pagamento que permite fazer transações sem abrir o aplicativo do banco, por...

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O Pix por Biometria é um meio de pagamento que permite fazer transações sem abrir o aplicativo do banco, por meio de recursos como reconhecimento facial ou impressão digital.

Na prática, o Pix por Biometria funciona assim:

  • O usuário vincula o seu dispositivo ao banco desejado e autoriza o uso da biometria uma única vez;
  • Depois, seleciona o Pix como método de pagamento em uma compra;
  • Autoriza a transação com a biometria que foi configurada no aplicativo do banco e conclui o pedido no site ou app da loja onde iniciou a compra.

O Pix por Biometria traz vantagens como conveniência, rapidez nas transações, maior segurança, redução de golpes e até a possibilidade de aumento de vendas para as empresas. 

Continue a leitura e saiba mais sobre o que é Pix por Biometria, como funciona, como configurar e muito mais!

O que é o Pix por Biometria?

O Pix por Biometria é uma funcionalidade do Pix, sistema de pagamentos instantâneos desenvolvido pelo Banco Central. Ele permite fazer transações e autenticar pagamentos usando apenas a impressão digital, reconhecimento facial ou PIN (senha), sem a necessidade de acessar o aplicativo do banco, copiar códigos ou escanear QR codes

Também conhecido como “Pix 2.0”, o Pix por Biometria tem como principal objetivo deixar as transações mais rápidas e práticas para os usuários, além de aumentar a segurança das compras.

Para usar o Pix por Biometria, o cliente deve escolher a opção de Pix Biométrico no momento da compra. Depois, ele é redirecionado para o aplicativo do banco escolhido para fazer o cadastro da biometria (impressão digital, reconhecimento facial ou senha) no primeiro uso da funcionalidade. Essas informações ficam armazenadas para pagamentos futuros. 

Uma vez que o cadastro é feito, o pagamento é concluído de forma instantânea, somente com a autenticação biométrica. Com isso, a partir do segundo uso é possível concluir os pagamentos via Pix dentro do site ou aplicativo da própria loja e o usuário não precisa alternar entre apps durante as compras.

Na prática, isso quer dizer que em vez de sair do site ou app de uma loja e entrar no aplicativo do banco para concluir a transação, o usuário pode apenas concluir o pagamento dentro do ambiente da loja onde iniciou a compra. 

Assim, os pagamentos via Pix que antes levavam alguns minutos para serem concluídos, devido ao processo de redirecionamento, agora levarão poucos segundos.

A funcionalidade do Pix por Biometria faz parte da Jornada Sem Redirecionamento (JSR), um novo fluxo de pagamento digital que é regulamentado pelo Banco Central do Brasil e viabilizado por meio do Open Finance, o ambiente de compartilhamento de dados financeiros entre diferentes instituições. 

O que é a Jornada Sem Redirecionamento (JSR)?

A Jornada Sem Redirecionamento (JSR) é um novo fluxo de pagamento do Banco Central, que permite que um consumidor conclua uma compra diretamente no site ou aplicativo da loja, no momento de checkout (ou seja, a finalização do pedido). 

Assim, em vez de copiar um código, acessar o aplicativo do banco e voltar para a loja, o cliente faz o pagamento diretamente no ambiente onde iniciou a compra.

Para que isso seja possível, a transação é feita a partir do chamado Iniciador de Transação de Pagamento (ITP), que pode ser uma carteira digital ou uma solução de cobranças. Por exemplo: Google Pay ou Apple Pay.

Esse recurso funciona a partir do momento em que o usuário faz uma configuração que vincula a sua conta bancária ao dispositivo usado no pagamento, fornecendo o consentimento para o ambiente Open Finance. 

Com o fluxo JSR, existem duas possibilidades de transações:

  1. Pix com um clique: a transferência acontece apenas com um clique ou toque para as compras feitas online, desde que o consumidor tenha consentido e autorizado esse tipo de operação;
  2. Pix por Aproximação: é quando o pagamento via Pix acontece por meio da aproximação de um celular com a função NFC (Near Field Communication ou Comunicação por Campo de Proximidade) a uma maquininha de cartão ou outro aparelho com a mesma tecnologia.

Importante: ambas as opções só podem ser oferecidas por instituições que façam parte do Open Finance e tenham autorização para funcionar como iniciadoras de pagamento.

O que é Open Finance?

Open Finance é um sistema que permite o compartilhamento seguro de dados financeiros entre instituições como bancos, fintechs, cooperativas, entre outros, mediante a autorização do usuário.

Também conhecido como “sistema financeiro aberto”, o Open Finance compartilha apenas os dados autorizados pelo cliente, que podem ser informações de contas, transações, crédito, investimentos e seguros. Além disso, a permissão pode ser cancelada a qualquer momento.

A relação do Open Finance com a Jornada Sem Redirecionamento é que a JSR é viabilizada pelo Open Finance

Na prática, isso quer dizer que ao permitir o compartilhamento de informações entre as instituições, o Open Finance possibilita que um consumidor autorize que o pagamento seja feito diretamente no ambiente virtual da loja onde iniciou uma compra.

Assim, o Open Finance é responsável pela infraestrutura que permite o funcionamento da Jornada Sem Redirecionamento. Em outras palavras, a JSR é uma das funcionalidades do sistema Open Finance.

Como funciona o Pix por Biometria?

O Pix por Biometria funciona assim: no primeiro acesso, o usuário autoriza o vínculo da conta bancária escolhida ao dispositivo, que pode ser um smartphone ou smartwatch. 

Essa autorização acontece no aplicativo do banco e precisa ser feita apenas uma vez. Depois, todas as novas compras feitas com Pix podem ser concluídas com apenas um clique, por meio de impressão digital, reconhecimento facial ou senha.

Por isso, o passo a passo para usar o Pix por Biometria pode ser dividido em duas etapas: a autorização inicial e os pagamentos seguintes. Entenda a seguir.

1ª etapa: autorização inicial 

Como funciona usar o Pix por Biometria pela primeira vez:

  1. Seleção do método: no momento da compra, o cliente seleciona o Pix Biométrico como meio de pagamento. Com isso, o Iniciador de Transação de Pagamento (ITP) faz uma solicitação ao banco selecionado pelo usuário, pedindo que o dispositivo seja vinculado;
  2. Redirecionamento para o banco: no primeiro uso, o cliente é redirecionado para o aplicativo do banco para prosseguir com o vínculo do dispositivo;
  3. Cadastro biométrico e autenticação: o cliente faz login no aplicativo do banco, confirma o vínculo do dispositivo e faz a validação biométrica com reconhecimento facial, impressão digital ou senha;
  4. Armazenamento de dados e confirmação: o banco valida as informações e armazena os dados de forma segura, para serem usados posteriormente nos próximos pagamentos;
  5. Conclusão do vínculo e do pagamento: o cliente é redirecionado de volta para o ambiente de compra e conclui a transação por meio da validação biométrica cadastrada.

2ª etapa: pagamentos seguintes 

Como funciona usar o Pix por Biometria depois do cadastro biométrico:

  1. Seleção do método: no momento da compra, o cliente seleciona o Pix Biométrico como meio de pagamento e o ITP faz uma solicitação de pagamento ao banco selecionado;
  2. Checkout: o ITP mostra todas as informações do pagamento para o usuário finalizar o pedido;
  3. Autorização: o cliente autoriza o pagamento por meio da biometria cadastrada no dispositivo (reconhecimento facial, impressão digital ou senha);
  4. Conclusão do pagamento: a transação é feita e o ITP informa ao cliente que o pagamento foi concluído.

Quais as vantagens do Pix por Biometria?

Além da rapidez nas transações e segurança, o Pix por Biometria traz vantagens tanto para os clientes que usam o método de pagamento como para as empresas. Veja a seguir.

Vantagens do Pix por Biometria para os clientes

As principais vantagens do Pix por Biometria para os clientes que escolhem esse método de pagamento são:

  • Conveniência nas transações: elimina a necessidade de abrir o aplicativo do banco para copiar códigos, escanear QR codes ou trocar de aplicativos em cada pagamento feito, simplificando o processo de compra;
  • Rapidez e ganho de tempo: como o pagamento é concluído em poucos segundos, sem sair do site ou app da loja, as transações são feitas de forma mais rápida;
  • Segurança e redução das chances de golpes: usar a biometria como meio de pagamento e forma de autenticação aumenta a segurança das transações e reduz as chances de golpes e fraudes;
  • Nova alternativa de pagamento: o Pix por Biometria se torna uma nova alternativa de pagamento para os consumidores, além de opções mais tradicionais (como boleto bancário ou cartão de crédito e débito) e das opções mais recentes (como Pix Parcelado ou Pix Agendado).

Vantagens do Pix por Biometria para empresas

As principais vantagens do Pix por Biometria para empresas são:

  • Possibilidade de aumentar as vendas e diminuir o “abandono de carrinho”: muitos clientes repensam uma compra ou até desistem ao serem obrigados a copiar um código, acessar o aplicativo do banco, digitar senha e fazer confirmações para concluir o pagamento. Com isso, acabam abandonando o carrinho de compras e não finalizando o pedido. Porém, com o Pix por Biometria e a praticidade das transações, os usuários podem prosseguir com a compra sem interferências e finalizar os pedidos de forma mais rápida.
  • Redução de fraudes: além de ser seguro para o usuário, o Pix por Biometria também é seguro para as empresas, uma vez que segue os padrões de segurança da Fast IDentity Online (FIDO) Alliance, um padrão de autenticação que, em sua versão mais recente (FIDO2), usa credenciais criptografadas para proteger os dados dos usuários de ataques e golpes cibernéticos.

Posso cancelar um Pix feito por biometria?

Não. Isso porque o Pix por Biometria segue as mesmas regras do Pix tradicional para cancelamentos, ou seja: não é possível cancelar o pagamento depois da confirmação e envio da transação, pois ele é instantâneo e imediato.

Apesar disso, da mesma forma que no Pix tradicional, é possível solicitar a devolução para o recebedor ou acionar o Mecanismo Especial de Devolução (MED) em casos de fraude ou erro operacional.

Saiba mais sobre o MED neste vídeo preparado pelos nossos especialistas.

Vale lembrar que, se o pagamento do Pix por Biometria ainda não foi autorizado pelo usuário, é possível não confirmar a transação pela biometria, evitando que a transação seja concluída.

Posso definir limites para o Pix por Biometria?

Sim, é possível definir limites para o Pix por Biometria. Esses limites podem ser tanto diários como por transação, garantindo que você tenha mais controle dos valores e torne as operações mais seguras.

Além disso, você também pode ajustar o prazo de autorização para o vínculo do seu dispositivo ou até mesmo desvincular o seu aparelho diretamente pelo aplicativo do banco. É possível fazer essas alterações sempre que necessário.

O Pix por Biometria é seguro?

Sim, o Pix por Biometria é seguro. Esse método de pagamento é regulamentado pelo Banco Central do Brasil e usa a tecnologia FIDO2, que garante que somente o titular da conta bancária possa fazer e autorizar uma transação por meio da biometria. Esses fatores aumentam a segurança das operações e evitam golpes e ataques cibernéticos.

Para quais negócios o Pix por Biometria é indicado?

O Pix por Biometria é indicado para negócios e situações como:

  • E-commerce: empresas que oferecem produtos ou serviços pela internet podem usar esse método para facilitar o processo de compra de seus clientes;
  • Aplicativos de mobilidade, delivery e outros: permite que o usuário pague diretamente no site ou app, de forma prática e segura;
  • Marketplaces: esse meio de pagamento também pode facilitar e melhorar as transações feitas diretamente entre vendedores e compradores;
  • Doações e crowdfunding (financiamento coletivo): em casos de arrecadações e contribuições coletivas, o Pix por Biometria é uma maneira prática e segura de enviar dinheiro;
  • Entre outros.

Como posso oferecer Pix por Biometria no meu negócio?

Para oferecer o Pix por Biometria no seu negócio, caso você tenha um e-commerce, marketplace, aplicativo, entre outros, é necessário integrar APIs (Interface de Programação de Aplicações) de bancos gateways de pagamento. Para isso, é necessário:

  1. Escolher um parceiro: o empreendedor deve procurar bancos ou gateways de pagamento que oferecem essa funcionalidade para integrar a API;
  2. Fazer a integração com API: implementar a API Pix via Open Finance no seu e-commerce ou sistemas de pagamento, para habilitar a funcionalidade.

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Como gerar boleto para clientes: passo a passo     https://contabilidade.rapidsoft.app/contabilidade-online/como-gerar-boleto/ https://contabilidade.rapidsoft.app/contabilidade-online/como-gerar-boleto/#respond Wed, 18 Oct 2023 19:15:34 +0000 https://contabilidade.rapidsoft.app/contabilidade-online/?p=35830 Se você é autônomo, MEI ou atua por meio de um CNPJ, já passou pela necessidade de gerar um boleto...

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Se você é autônomo, MEI ou atua por meio de um CNPJ, já passou pela necessidade de gerar um boleto para receber um pagamento. Por isso, e para simplificar ainda mais a sua rotina, os especialistas da Contabilizei preparam este guia de como gerar boleto para clientes e quais as outras possibilidades para receber de clientes pelo seu serviço de forma descomplicada. 

Se você também precisa emitir nota fiscal, saiba mais sobre o processo neste conteúdo do nosso blog. 

Passo a passo de como gerar boleto para clientes

Para gerar boleto para clientes, você deve: escolher uma plataforma para a emissão de boletos, realizar o cadastro da sua conta, configurar as informações do boleto e emitir no formato escolhido para envio ao cliente. Veja os detalhes abaixo:

  1. Escolha uma plataforma de emissão de boletos

Existem diversas plataformas disponíveis no mercado que oferecem serviços de emissão de boletos. Algumas opções populares são as de carteiras digitais, como o PagSeguro, o Mercado Pago e o Gerencianet. Vale destacar que antes de emitir o boleto, confira se há cobrança de taxas para emissão do boleto e compensação. 

Outra opção é por meio da sua conta pessoa jurídica. Há diversos bancos que disponibilizam a conta PJ com emissão de boletos facilitada, como o caso do Contabilizei.bank, uma solução para clientes Contabilizei que desejam mais facilidade no dia a dia. 

  1. Cadastre-se na plataforma escolhida

Após escolher a plataforma de emissão de boletos, você precisará se cadastrar e criar uma conta. Geralmente, será necessário fornecer informações básicas sobre sua empresa e dados bancários para recebimento dos valores.

Se for o caso para abertura de uma conta PJ, cada banco possui um processo próprio e exige um tipo de documentação. Para abrir a conta PJ, você vai precisar ter iniciado o processo de abertura do seu CNPJ. 

Se precisar de agilidade neste processo, conte com a Contabilizei, especialista em abertura de empresas no Brasil. 

  1. Configure as informações do boleto

Na plataforma escolhida, você terá a opção de configurar as informações do boleto, como valor, data de vencimento, instruções de pagamento e dados do cliente. Certifique-se de preencher todas as informações corretamente para evitar problemas futuros. Aqui também é o momento de, caso necessário, configurar as informações da cobrança como multa, juros ou desconto

  1. Gere o boleto

Após configurar as informações do boleto, você poderá gerá-lo na plataforma. Tanto as carteiras digitais como os bancos permitem que você faça o processo pelo computador e pelo aplicativo.

Geralmente, a plataforma irá fornecer um número de identificação único para cada boleto gerado, que será utilizado para rastreamento e conciliação dos pagamentos.

Um jeito de facilitar o acompanhamento dos boletos já emitidos e recebidos é integrar a sua conta PJ à contabilidade da sua empresa. Quem é cliente Contabilizei simplifica as rotinas contábeis com esta integração.

  1. Envie o boleto para o cliente

Após gerar o boleto, você poderá enviá-lo para o cliente. Isso pode ser feito por e-mail, Whatsapp ou por meio de um link para download, dependendo da preferência do cliente e da forma como você costuma se comunicar com ele.

Lembre-se de que ao enviar um boleto para pagamento, certificar de que o cliente sabe do que se trata a cobrança e está aguardando o envio. 

  1. Acompanhe os pagamentos

Após enviar o boleto para o cliente, é importante acompanhar os pagamentos. Na plataforma de emissão de boletos, você poderá verificar o status de cada boleto, identificando quais foram pagos e quais estão em aberto. Isso ajudará a manter o controle das finanças da sua empresa. O boleto pago também pode aparecer pela nomenclatura de “compensado”. 

Precisando economizar no pagamento de impostos da sua microempresa? Entenda mais sobre o Fator-R na calculadora gratuita da Contabilizei. 

Quais os tipos de boleto bancário

Para emitir um boleto de cobrança, vale saber que existem outros tipos de boleto. Assim, você garante que gerou o boleto correto para o seu cliente. 

Boleto Registrado

É o tipo mais comum de boleto bancário. Nesse caso, todas as informações do boleto, como valor, data de vencimento e dados do cliente, são registradas no sistema do banco emissor. Isso permite um maior controle e segurança nas transações, além de possibilitar a emissão de segunda via e a negociação de dívidas.

Boleto Não Registrado

Nesse tipo de boleto, as informações não são registradas no sistema do banco emissor. Isso significa que não há um controle centralizado dos boletos emitidos. Geralmente, esse tipo de boleto é utilizado para cobranças de menor valor ou em situações em que não é necessário um controle tão rigoroso.

Boleto de Cobrança Bancária

É um tipo de boleto emitido por um banco específico, que possui um convênio com a empresa ou pessoa que está realizando a cobrança. Nesse caso, o boleto é emitido com o logotipo e as informações do banco emissor, o que confere maior credibilidade à cobrança.

Boleto de Cobrança Registrada

É um tipo de boleto que exige o registro das informações no sistema do banco emissor. Esse tipo de boleto é utilizado principalmente por empresas que precisam de um maior controle sobre as cobranças realizadas.

Boleto de Cobrança Não Registrada

É um tipo de boleto em que as informações não são registradas no sistema do banco emissor. Esse tipo de boleto é utilizado principalmente por empresas que realizam um grande volume de cobranças de baixo valor.

Como contabilizar o recebimento de clientes

O primeiro passo para contabilizar o recebimento de clientes é registrá-lo no livro caixa. O livro caixa nada mais é que o registro das movimentações financeiras da empresa. Para contabilizar o recebimento de clientes, você deve lançar o valor recebido na conta de caixa ou banco, dependendo do meio de pagamento utilizado. 

Lembre-se de também atualizar o registro da conta a receber, caso o recebimento seja referente a uma venda de produto ou serviço a prazo. Isso significa que você deve baixar o valor recebido do saldo da conta a receber, indicando que o cliente efetuou o pagamento.

É importante ressaltar que a forma de contabilizar o recebimento de clientes pode variar de acordo com o regime tributário da empresa e as normas contábeis aplicáveis. Por isso, é recomendado contar com o suporte de um contador para garantir que as transações sejam registradas corretamente.

Como receber de clientes sem maquininha e sem boleto

Além do PIX, solução muito conhecida por empreendedores, é possível receber por meio de links de pagamento. Essa solução funciona da seguinte maneira: você envia cobranças de forma online para o seu cliente e ele pode pagar por cartão de crédito em até 12x. 

No caso da solução Cobre PJ da Contabilizei, para exemplificar, pela nossa plataforma, o cliente pode gerar o link de pagamento de diferentes formas: boleto, cartão de crédito ou pix. A maior vantagem, neste caso, é que embora o cliente pague parcelado, você recebe o valor à vista em até 2 dias úteis.

Além disso, a Contabilizei notifica os seus clientes por e-mail antes e depois do vencimento após você enviar um boleto de cobrança. Bacana, né? Faça como mais de 100 mil profissionais e simplifique a sua rotina com o maior escritório contábil do Brasil. 

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Modelo de nota fiscal (NF): de serviço, eletrônica, simples  https://contabilidade.rapidsoft.app/contabilidade-online/modelo-de-nota-fiscal/ https://contabilidade.rapidsoft.app/contabilidade-online/modelo-de-nota-fiscal/#respond Fri, 22 Sep 2023 17:29:43 +0000 https://contabilidade.rapidsoft.app/contabilidade-online/?p=35764 O modelo de nota fiscal (NF) nada mais é que uma forma de representar a nota fiscal. Este documento oficial...

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O modelo de nota fiscal (NF) nada mais é que uma forma de representar a nota fiscal. Este documento oficial registra uma transação comercial, seja a venda de mercadorias ou a prestação de serviços. A nota fiscal tem a finalidade de documentar a operação e é usada para fins de controle fiscal, tributação e regulamentação do comércio. 

As notas fiscais desempenham um papel fundamental na regulação das atividades comerciais e no pagamento dos impostos devidos ao governo. Elas também são importantes para a proteção dos direitos do consumidor, uma vez que fornecem um registro oficial da transação.

Vale destacar que  a falta de emissão ou a emissão incorreta de notas fiscais pode resultar em multas e penalidades fiscais para as empresas, por isso, contar com uma contabilidade especializada, como a Contabilizei, é recomendável. 

Entenda como emitir nota fiscal pessoa fisica e quem pode fazer isso.

Se você é empreendedor e precisa de um modelo de nota fiscal para emitir para o seu cliente pessoa física ou jurídica, fique conosco.

Quais as informações presentes na nota fiscal?

Para entender se o modelo de nota fiscal está correto, vale lembrar dos principais elementos e informações contidas em uma nota fiscal:

  1. Dados do Emitente: Nome ou razão social da empresa, CNPJ do emitente, endereço do emitente, inscrição estadual ou municipal e outros dados de identificação do emitente;
  2. Dados do Destinatário: Nome ou razão social do comprador ou destinatário, CNPJ ou CPF e endereço do destinatário e outras informações relevantes sobre o destinatário;
  3. Descrição dos Produtos ou Serviços: Detalhes sobre os produtos vendidos ou serviços prestados, como a quantidade, descrição, valor unitário e valor total de cada item;
  4. Impostos: Informações sobre os impostos incidentes na operação, como ICMS, IPI, ISS, PIS, COFINS, entre outros tributos, com os seus valores correspondentes;
  5. Data e Número da Nota Fiscal: Data de emissão da nota fiscal;
  6. Número único que identifica a nota fiscal emitida pela empresa;
  7. Natureza da Operação: Indicação se a operação é uma venda, prestação de serviço, devolução, remessa para conserto, etc.
  8. Forma de Pagamento: Como a transação foi ou será paga (à vista, a prazo, dinheiro, cartão de crédito, etc.).

Quais são os principais tipos de notas fiscais?

Existem diferentes modelos de nota fiscal de acordo com o objetivo da operação. Assim, confira os principais tipos de nota fiscal:

  • Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e): Utilizadas na formalização de prestação de serviços;
  • Nota Fiscal Eletrônica (NF-e): Utilizadas nas operações de circulação de mercadorias;
  • Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e): É o antigo cupom fiscal, utilizado nas vendas de mercadorias a consumidores finais. 
  • Nota Fiscal Avulsa: Pode ser usada tanto para serviços quanto para mercadorias em situações excepcionais, quando a empresa ou pessoa física não possui um sistema de emissão de notas eletrônicas.

Abaixo, veja mais detalhes de como usar cada uma das notas fiscais. 

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Para que serve cada modelo de nota fiscal? 

Agora que você já sabe os tipos de notas fiscais,  é importante entender quando usar cada uma. Vamos lá?

Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e)

A NFS-e é um documento fiscal utilizado para registrar a prestação de serviços. É emitida pelas empresas prestadoras de serviços e serve para documentar a transação e os impostos envolvidos na prestação de serviço. A NFS-e é geralmente emitida de forma eletrônica.

Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)

A NF-e é um documento fiscal utilizado para registrar a circulação de mercadorias. É emitida pelas empresas que vendem produtos e serve para documentar a transação e os impostos envolvidos na venda de mercadorias. A NF-e também é emitida de forma eletrônica e substituiu em grande parte a antiga nota fiscal em papel.

Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e)

A NFC-e é um documento fiscal utilizado para registrar a venda de produtos diretamente ao consumidor final. Ela é uma alternativa à emissão do Cupom Fiscal (ECF) e é emitida de forma eletrônica. A NFC-e é geralmente usada em estabelecimentos comerciais, como lojas varejistas (farmácias, mercados, restaurantes, entre outros).

Nota Fiscal Avulsa (para serviço e para mercadorias)

A nota fiscal avulsa é utilizada em situações específicas, quando uma empresa ou pessoa física não possui um sistema de emissão de notas fiscais eletrônicas. É emitida pela Receita Federal ou órgãos estaduais e municipais competentes. Pode ser usada tanto para serviços quanto para mercadorias, em casos excepcionais.

Como emitir cada modelo de nota fiscal? 

Os requisitos e os dados para emissão de nota fiscal no Brasil podem variar de acordo com a legislação estadual e municipal, uma vez que a regulamentação fiscal é descentralizada e pode apresentar diferenças de um estado para outro. No entanto, de forma geral, aqui estão alguns dos requisitos comuns para a emissão dos principais modelos de nota fiscal:

Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e)

  • Cadastro da empresa junto à Receita Federal (CNPJ ativo);
  • Cadastro da empresa junto à prefeitura do município onde os serviços são prestados, com número de Inscrição Municipal ativa;
  • Em alguns municípios pode ser necessário um certificado digital válido,
  • Configuração dos dados da empresa no portal municipal de credenciamento para emissão de notas fiscais no município.

Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)

  • Cadastro da empresa junto à Receita Federal (CNPJ ativo);
  • Cadastro da empresa junto à Receita Estadual com o número de Inscrição Estadual ativo;
  • Certificado digital válido;
  • Acesso a um software emissor de NF-e;
  • Cumprimento das obrigações tributárias estaduais,
  • Configuração do software emissor de acordo com as especificações do estado.

Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e)

  • Cadastro da empresa junto à Receita Federal (CNPJ ativo);
  • Cadastro da empresa junto à Receita Estadual com o número de Inscrição Estadual ativo;
  • Certificado digital válido;
  • Acesso a um sistema ou software de emissão de NFC-e;
  • Configuração do sistema emissor de acordo com as especificações do estado,
  • Impressora fiscal térmica (quando necessário).

Nota Fiscal Avulsa (para serviço e para mercadorias)

  • Solicitação junto à Receita Federal, Estadual ou Municipal, dependendo da circunstância;
  • Documentação específica exigida pelas autoridades fiscais,
  • Pagamento das taxas e tributos devidos.

Vale ressaltar que, devido à complexidade das regulamentações fiscais no Brasil, é essencial que as empresas consultem a legislação vigente em seu estado e município e estejam em conformidade com os requisitos específicos para a emissão de cada modelo de nota fiscal. Além disso, a utilização de um contador ou escritório de contabilidade é fundamental para garantir o cumprimento das obrigações fiscais.

Saiba mais: “Como emitir nota fiscal com o certificado digital”. 

Como funciona a numeração da série da nota fiscal? 

A numeração da série da nota fiscal consiste em uma sequência numérica que segue um padrão estabelecido pela legislação fiscal. Essa numeração é composta por dois elementos principais, o número da nota fiscal e a série da nota fiscal. 

O número da nota fiscal é único para cada nota emitida e é incrementado sequencialmente a cada nova emissão. Por exemplo, se a última nota fiscal emitida foi “365-1,” a próxima será “366-1” e assim por diante. Já a série é uma sequência alfanumérica única para a empresa, usada para identificar a ordem de emissão das notas fiscais. Ela pode conter letras, números ou uma combinação de ambos, como “A,” “001,” “1”, “123,” “S1,” ou “X2.”

A numeração da série desempenha um papel crucial no controle fiscal e contábil, permitindo que a empresa e as autoridades fiscais rastreiem e verifiquem todas as transações comerciais. Ela também é regulamentada por leis fiscais estaduais e municipais, sendo importante estar em conformidade com as normas locais. Além disso, a empresa deve registrar e arquivar todas as notas fiscais emitidas, garantindo a correta numeração da série, o que é fundamental para a prestação de contas às autoridades fiscais e para proteger contra fraudes.

A numeração da série também desempenha um papel importante durante auditorias e fiscalizações, onde as autoridades podem verificar a sequência numérica das notas fiscais para garantir a conformidade fiscal.

Controle melhor as suas notas fiscais com uma contabilidade especializada

Como mencionado anteriormente, a emissão de qualquer tipo de nota fiscal requer a utilização de um sistema emissor, garantindo uma estrutura adequada de informações e a comunicação eficaz com os órgãos fiscalizadores para o registro das notas.

Além de fornecer a abertura de empresas de forma gratuita e oferecer suporte completo na gestão contábil do seu CNPJ, a Contabilizei também disponibiliza um emissor de notas fiscais ilimitado para operações que envolvem prestação de serviços e venda de mercadorias, tudo isso sem custos adicionais. Oferecemos o suporte necessário para atender a todos os requisitos e configurações exigidos na emissão de notas fiscais.

No nosso plano Experts, um assessor dedicado à sua empresa assume a responsabilidade de emitir todas as notas fiscais em seu nome. Tudo o que você precisa fazer é solicitar a emissão.

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